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28 setembro 2017

Star Trek Discovery


O espaço. Mais de 12 anos após o fim de Enterprise, ele volta a ser a fronteira final da TV ou algo assim. É que dia, 24, estreou nos EUA a série Star Trek: Discovery, disponível em todo o resto do mudo já a partir do dia (25) via streaming. Como você pode perceber, esta primeira frase já deixa claro que muita coisa mudou para a franquia.
Discovery representa um novo formato de distribuição para Jornada nas Estrelas. O primeiro episódio foi exibido na TV aberta no domingo, como grande porta de entrada para o novo serviço de streaming do canal, que trouxe o segundo episódio logo após o final do primeiro no canal linear. Para o resto do mundo, o Netflix comprou os direitos de distribuição – garantindo, também, uma boa verba logo de cara.

Isso fica claro também nas diferenças entre esses dois capítulos. O primeiro traz atos bem definidos e delimitados, com cortes e pequenos cliffhangers para a entrada dos intervalos comerciais. Já o segundo episódio é fluído, sem cortes, como convém ao streaming – apesar de ser curto, com apenas 39 minutos.



Discovery, a série, acerta não só com a mudança de foco em seu começo. Fica claro que o ex-showrunner Bryan Fuller, que escreveu esses dois primeiros capítulos, se empenhou em unir o que a franquia tem de melhor em um só produto. Há as referências científicas e, principalmente, táticas: a luta entre a Frota e os Klingons é cheia de idas e vindas, de mudanças táticas e de estudos do inimigo. É algo que a tripulação clássica (na série e nos filmes) e a Nova Geração faziam muito bem. Por outro lado, temos bastante ação e ótimos efeitos especiais, além de uma fotografia e edição que lembram bastante os toques que JJ Abrams deu nos filmes recentes.


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